Você consome notícias ou elas estão consumindo você? Como se informar sem adoecer: os perigos do excesso de notícias negativas para...


Setembro é o mês oficial da conscientização sobre seguro de vida. É também o mês do meu aniversário e eu sou #apaixonada por seguro de vida. Que coincidência!
Eu adoro o processo de conscientização, de destruir mitos e substituir a informação errada por informação correta. Hoje vamos derrubar 7 mitos sobre os seguros de vida.
Prometo que vai ser interessante, leia até o final e me diga o que você achou. Você acreditava em algum desses mitos?
Quem não tem seguro de vida acredita que ele é até 3 vezes mais caro do que na realidade. Acredito que a explicação para esse mito vem de 2 fatores:
Mito muito comum na comunidade brasileira. A verdade é que existem opções de seguro de vida para que tem status imigratório temporário (visto de estudante, por exemplo) e até mesmo irregular (indocumentado).
O importante é procurar um profissional competente que vai usar a companhia e apólice correta para cada caso, e não “dar um jeitinho” colocando em risco o pagamento de um possível benefício no futuro.
Esse mito vem da crença de que seguro de vida = benefício no caso de morte. E se não vou “deixar para trás” ninguém que dependa financeiramente de mim, logo não preciso de seguro de vida. Mas essa percepção é desatualizada.
Hoje em dia, as melhores seguradoras oferecem apólices com benefícios em vida. E o que seria? A capacidade de utilizar parte do benefício que, antigamente seria somente no caso de morte, também no caso de doenças graves como câncer, ataque cardíaco ou derrame, por exemplo.
Nessas situações, onde a pessoa geralmente tem uma interrupção na renda e um aumento nas despesas, o seguro de vida pode entrar como uma grande ajuda com as contas que, infelizmente, não param de chegar.
Temos casos na nossa empresa em que o dinheiro vindo desse tipo de seguro possibilitou um tratamento que não era coberto pelo seguro de saúde e terminou por salvar a vida da segurada.
Vou atacar esse mito com uma estória.
Numa família jovem o pai trabalha e a mãe cuida dos filhos pequenos. Na hora de fazer o seguro de vida, decidem segurar somente o pai pois ele é quem traz a renda. Poucos anos depois, a mãe, apesar de muito jovem, é diagnosticada com câncer. Por causa do tratamento ela fica debilitada e não pode cuidar das crianças o tempo todo.
O pai, que precisa trabalhar para continuar pagando as contas da casa, contrata alguém para cuidar das crianças por uma parte do tempo. Isso custa dinheiro. Depois de um tempo, ele mesmo precisa reduzir a sua jornada de trabalho para cuidar da esposa. Isso reduz a renda da família no pior momento possível.
Eventualmente, a mãe se recupera, o que é uma grande vitória, mas as finanças dessa família estão arruinadas. Qualquer economia foi embora, surgiram dívidas e nos piores casos, perderam a própria casa ou precisaram declarar falência.
Acontece todos os dias em diferentes versões. Uma apólice com benefícios em vida teria ajudado essa família a passar pela tempestade sem o stress financeiro e preservando as economias para o futuro.
Muitas pessoas acham que um problema de saúde impossibilita a aquisição de um seguro de vida. Talvez sim, talvez não. O pior é que muitas vezes formaram a opinião a partir do comentário do vizinho que falou que a prima da amiga dele não conseguiu fazer um seguro por causa da mesma condição. Mas não procuram o profissional qualificado para fazer uma simples pergunta do tipo: “Tive câncer há 8 anos, mas estou bem, é possível fazer um seguro de vida? ”
Os departamentos de análise de risco das seguradoras analisam as aplicações individualmente. Cada caso é um caso. Até mesmo casos de câncer podem ser considerados depois de 2 a 5 anos.
É um caso clássico de “não custa perguntar” (a um profissional, não ao vizinho!) e que pode trazer um grande benefício.
De verdade. Juro. De vez em quando ainda ouvimos isso…
Na nossa empresa, todo mês é de conscientização e educação financeira com as nossas palestras gratuitas. Venha nos visitar na próxima.
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Marina Couto fundou, ao lado de seu marido Gustavo Couto, a primeira agência da Five Rings Financial na Flórida. A missão da sua empresa de consultoria financeira é ensinar as pessoas sobre finanças, oferecendo informação relevante e as ferramentas mais eficazes para a construção de um futuro financeiro seguro. Contato por email: marina@fiveringsflorida.com ou telefone: 561-929-1089.