Você consome notícias ou elas estão consumindo você? Como se informar sem adoecer: os perigos do excesso de notícias negativas para...


Chegamos numa era que já não mais permite a separação da tecnologia na sala de aula. Ferramentas digitais se tornaram essenciais na formação de alunos e são capazes de transformar métodos de ensino em algo bem mais envolvente. Questionamentos sobre ética de uso criaram barreiras lamentáveis contra o uso geral de estudantes e professores, o que está cada dia mais se tornando inevitável, pois a aceleração exponencial de informática é capaz de acoplar conhecimentos globais e acelerar a receptividade de alunos… algo que para muitos já é indispensável.
Então… como criar um meio termo diante desta busca para melhorar e inovar dentro do espaço educacional?
Como permitir que o aspecto social, físico e pessoal de uma sala de aula não seja obscurecido pela tecnologia, mas sim elevado?
Com o ano escolar que acaba de começar, o Departamento de Educação foi o anfitrião de uma conversa no Twitter usando #TeacherEdChat, onde fizeram perguntas sobre o uso da tecnologia na sala de aula e incentivaram a participação nacional de professores de diversas matérias e séries a participar.

Em segundos, um conglomerado de idéias foi criado. Novas perspectivas, aprendizados compartilhados e reconhecimentos da necessidade de tal casamento entre a tecnologia e educação adiantaram discussões que mostram a busca de uma mudança.
Seguem alguns exemplos:
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Rafaela Frota nasceu no Brasil e é uma cidadã global, pesquisadora na área da Engenharia Fotônica e empreendedora com foco no desenvolvimento de novas soluções para aumentar a conscientização nutricional através de "big data" e tecnologias emergentes. Entre seus projetos, estão Wawwe (http://www.wawwe.com), um aplicativo que auxilia as pessoas a comerem de forma mais saudável. Seu email: rafaelalfrota@gmail.com.