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A relação dos sistemas de saúde com exercícios físicos na infância

14 de de junho 2017 por

Há muito tempo venho defendendo a prática de exercícios físicos como uma das principais medidas para a manutenção da saúde e para restabelecer a saúde também. Acredito nas evidências que são apresentadas nas revistas científicas como também acredito por presenciar os bons resultados que meu trabalho tem trazido para as pessoas. Hoje gostaria de fazer mais um exercício de raciocínio relacionando um dos maiores problemas econômico, social e político com a prática de exercícios físicos desde a infância.

Esse problema ao qual me refiro pode ser resumido de forma simplória como a falta de dinheiro para manter as pessoas que envelhecem e adoecem, ficando às custas dos sistemas de saúde, privado ou público. Os custos para a manutenção de hospitais, atendimento e remédios é altíssimo, o que nos leva a entender que os gastos estão no mesmo patamar. Mas poderiam ser bem menores e disso eu tenho certeza.

A prática de exercícios físicos na infância diminui a possibilidade de desenvolvimento de adultos obesos, diminui a incidência de câncer, diabetes e doenças cardiovasculares. Assim, é imediato o raciocínio que menos atendimentos seriam necessários, menos drogas, menos exames e menos internações. Os cálculos apontam para uma economia de bilhões de dólares na área da saúde. Isso por si só seria fantástico e de quebra as crianças seriam mais calmas e mais satisfeitas no final do dia.

Mas, as vantagens não seriam apenas na área da saúde, quero dizer a melhoria atingiria rapidamente outras frentes da economia de um país. Se as crianças praticarem mais exercícios físicos e assim forem mais saudáveis na fase adulta, esses adultos com certeza irão faltar menos no trabalho, pois ficam menos doentes, o que também influencia positivamente a economia. Então temos diante de nós simplesmente um fato extraordinário. Podemos melhorar a economia de forma simples, barata e ainda obter lucros apenas por incentivar a prática de exercícios pelas crianças.

Outro ponto muito importante é que esse exercício capaz de trazer toda essa melhoria é bem viável. Seria necessário apenas a prática de 25 minutos de exercícios três vezes na semana. Mas, existe algo que eu não consigo explicar. Eu não sei explicar por que uma medida tão simples e barata não é sequer discutida por nossos representantes no governo e nem colocada em prática pelas famílias, independente das providências que o governo possa tomar.


A Dra. Ivani Manzzo tem PhD pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo UNIFESP-EPM. Há anos estuda o funcionamento do corpo humano quando fazemos exercícios. Acredita que a melhor forma de manter a saúde e a qualidade de vida é cuidando da alimentação, sono e fazer exercícios.  Assessora pessoas para que possam conquistar seus objetivos através de um trabalho personalizado. É também Professional Life Coach com Certificação pela Sociedade  Brasileira de Coaching – SBCoaching. Para contato, visite: http://www.myclickcoach.com

 

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